19:21

Extraneus


O site, ESTRONHO E ESQUÉSITO, do escritor, M.D.AMADO, abriu inscrições para novos escritores participarem de sua mais nova coletânea em três volumes com temáticas instigantes. Trata-se da coleção Extraneus, concebida em homenagem ao site Estronho e Esquésito, que desde 1996, vem divulgando contos de literatura fantástica, de diversos autores do Brasil e Portugal, assim como as poesias góticas e grotescas também de autores dos dois países, tendo como marco de um aumento significativo de qualidade e quantidade, a partir de 2004, quando autores que já começavam a ficar conhecidos no cenário da literatura fantástica brasileira, começaram a publicar seus textos no site.

Inicialmente, a coleção EXTRANEUS possuirá três volumes, cada um com um tema desafiador para os autores, mas que permitem total liberdade de criação por parte dos autores, em relação ao gênero escolhido. "Embora o volume 1, pela mistura de dois gêneros de literatura, acabe limitando um pouco a criação., nos volumes 2 e 3 os autores podem soltar a imaginação com o terror, suspense, ficção científica, steampunk, fantasia medieval ou urbana... enfim, qualquer subgênero da literatura fantástica pode figurar entre os contos selecionados.

O Volume 1 tem o título de Medieval Sci-Fi, e sua proposta é publicar contos em que os elementos medievais se misturem com os da ficção científica. Os autores terão total liberdade de criação, podendo fazer as misturas que quiserem entre esses dois temas.

Podem ser misturados cavaleiros e dragões, com viagens espaciais, alienígenas, troca de tecnologia e tudo aquilo que envolver esses dois gêneros. Mas é essencial que haja a mistura. Não serão aceitos contos que sejam ambientados em apenas um desses gêneros.

O Volume 2 tem o título de Quase Inocentes, e sua proposta é publicar contos que envolvam crianças. Podem ser crianças assassinas, psicopatas, vampiras, lobisomens, alienígenas ou o que mais vier à cabeça dos insanos autores. Total liberdade de escrever em qualquer subgênero da literatura fantástica.

O Volume 3 tem o título de Em Nome de Deus, e sua proposta é publicar contos que retratam as atrocidades, injustiças e devaneios dos homens em nome de Deus ou de religiões e doutrinas. Até que ponto o ser humano é capaz de usar o nome de Deus para cometer crimes, escravizar povos e promover guerras? Será que isso acontece apenas aqui na Terra? Os autores podem se utilizar de quaisquer subgêneros da literatura fantástica para criar seus textos... E rezem para que não sejam excomungados... Ou que sejam.

Como o objetivo principal é a divulgação dos trabalhos e a descoberta de novos talentos, EXTRANEUS não poderia ser uma antologia, ou coleção, paga. Os Autores NÃO PAGAM para publicar, não são obrigados a adquirir nenhum exemplar (nem mesmo por consignação) e recebem os direitos autorais. Em contrapartida, a impressão é feita sob demanda, ou seja, à medida que forem fechados os pedidos semanais, os livros são enviados para os compradores diretamente pela editora.""

Mais uma ótima oportunidade para escritores do mundo fantástico que querem ver seu conto publicado. Maiores informações Acesse http://www.estronho.com.br/extraneus e veja as regras para envio de contos. Parabéns ao Estronho e Esquésito pela iniciativa.

14:38

CONCURSO DE MINI-CONTOS DO BLOG "MASMORRA DO TERROR"


O Blog MASMORRA DO TERROR está realizando um concurso de mini-contos de terror.

- o concurso terá como temática, lugares assombrados: casas, mansões, cemitérios, fazendas, parques, enfim, use sua imaginação;
- o mini-conto não deverá ultrapassar 20 linhas;
- não há a necessidade de ineditismo;
- as inscrições estão abertas a partir deste momento;
- o prazo para envio vai até o dia 30/04/2010;
- o resultado será conhecido no dia 02/05/2010;
- os três primeiros colocados serão premiados (conforme lista abaixo), e terão seus mini-contos publicados no Masmorra do Terror.

PREMIAÇÃO:

1º Colocado – 03 Livros:

- CARRIE, A ESTRANHA – Autor: Stephen King – Editora: Ponto de Leitura
- METAMORFOSE – A FÚRIA DOS LOBISOMENS – Organizador: Ademir Pascale; Autores Diversos (inclusive este que vos escreve) – Editora: All Print
- SINISTRO! – Organizador: Frodo Oliveira; Autores Diversos (inclusive este que vos escreve) – Editora: Multifoco.

2º Colocado – 02 Livros:

- METAMORFOSE – A FÚRIA DOS LOBISOMENS – Organizador: Ademir Pascale; Autores Diversos (inclusive este que vos escreve) – Editora: All Print
- SINISTRO! – Organizador: Frodo Oliveira; Autores Diversos (inclusive este que vos escreve) – Editora: Multifoco.

3º Colocado – 01 Livro:

- SINISTRO! – Organizador: Frodo Oliveira; Autores Diversos (inclusive este que vos escreve) – Editora: Multifoco.


Não haverá qualquer tipo de cobrança dos participantes, incluindo as despesas de envio dos prêmios que ficarão totalmente a cargo do administrador do blog.

Envie seu conto para: masmorradoterror@hotmail.com

Participe!

05:35

O Jantar com os Boiardos


Tirgoviste, Valáquia 1456.

A Valáquia em que Vlad Drácula, Príncipe da casa de Basarab e Duque de Valáquia, governava na época era formalmente conhecida como o estado de Tara Romenescu, “Terra da Romênia”.

Desde antes do tempo do avô de Drácula, a província foi governada por um príncipe, ou domnul. O domnul trabalhava com os latifundiários e boiardos para manter o fluxo de comércio e o direito de terra segura contra os intrusos e infiéis. Também, o domnul mantinha um bom relacionamento com os membros da igreja católica romana, que dominavam a Romênia. Ambas as partes foram relativamente paralela, Deus e César mantidos felizes, por assim dizer.

No entanto, Drácula teve um novo, e o que ele chamou necessário, plano para o seu principiado, onde o César seria apenas um pouco mais feliz e muito mais poderoso. Tão logo reconquistou de Vladislav o trono valáquio, ele acabou com o sistema feudal do domnul que, insistiu, não era mais que um fantoche para a classe dominante, como os boiardos, barões ricos, e os líderes da igreja com patrocínio externo. Após a sua coroação como príncipe, ele anunciou que o povo deve olhar para ele como um voivode, um príncipe guerreiro, governador de seu domínio, doravante, como se sob a lei marcial, onde há um soberano, um decisor. Como os turcos impunham uma ameaça constante sobre a terra, ele considerou a Valáquia um estado de guerra, e um estado de guerra requer um governo mais duro.

Até aquela época, os boiardos tinham feito as suas próprias leis; eles tinham ainda a propriedade de interferir na justiça do príncipe. Isso acabaria. E aqueles que revidassem, Dracula explicou, seria tratado – seriamente – a partir do trono em Tirgoviste.

Ao estabelecer seus planos, Drácula havia trazido a seu lado uma comitiva de aliados fortes, muitos dos quais haviam sido campeões da família durante décadas, e que tinha servido fielmente ao seu pai, o Dragão. Nem ele, nem eles, haviam esquecido que o idoso durante o reinado de muitos dos proprietários de imóveis na Valáquia tinha causado problemas. Muitos tentaram minar o Dragão. Drácula já tinha matado os responsáveis pela morte do Dragão, mais não foi suficiente.

Depois que suas políticas de transição foram anunciados, os boiardos começaram a reclamar das ordens do novo governante, ponderando se mudar de lado foi a melhor decisão. Alguns boiardos retaliaram a escrever cartas e convocar reuniões de protesto. Pensavam que, mais cedo ou mais tarde, iriam acabar domando o rapaz.

Drácula, que percebeu que sua mensagem não estava a ser levada a sério e odiava os ricos comerciantes alemães e famílias nobres – os boiardos – realizou uma grande festa no saguão de entrada do Palácio de Torgoviste e convocou à sua corte, à poderosa nobreza do país, cerca de duas centenas de homens para deixá-los falar as suas queixas durante um suntuoso jantar. Não só reuniu os homens, mas também suas mulheres e seus filhos, juntamente com cinco bispos, os abades dos mais importantes mosteiros estrangeiros e nacionais, e o arcebispo.

Ansiosa por cargos e regalia, mais de uma centena de boiardos acorreu, de peito inflado pela ambição, ao chamado do novo suserano. E não suspeitavam os gentis homens que as portas do castelo se abriam como o aparato móvel e fatídico de uma ratoeira.

O jantar foi servido as dez. A comida foi colocada imediatamente na mesa, mas ninguém tocou nela antes de o reitor proferir em latim o pedido de benção para a refeição. Quando terminou a oração, todos se sentaram e começarm a servir-se. Havia pão de trigo, broa, sopa de legumes, carne de porco, ovos e castanhas. Para beber tinham água e vinho. Comiam enquanto falavam, fazendo passarem por uns gestos para os outros o pão, a carne ou o vinho.

Durante todo o jantar, Vlad estava sombrio e silencioso, limitando-se a observar cada membro na mesma mesa de jantar à que ele estava sentado, com aqueles olhos escuros, profundos e misteriosos que pareciam penetrar a alma. Ali os talheres eram de ouro, não de prata, e os trinta lugares não eram num banco de carvalho, mas sim em cadeiras de mogno com almofadas de veludo. Sentados em cada cadeira, estavam todos nobres poderosos, de grande riqueza e poder, regras e boiardos em Valáquia e Transilvânia. Fazia agora poucos dias desde que ele tinha levado controle de Valáquia. Rei Janos Hunyadi havia morrido e a Hungria estava atualmente debaixo da lutas de poder. A maioria dos Danestis foi morta e o restante fugiu.

Enquanto Drácula inspecionava as expressões sorrateiras e desonestas dos boiardos, pensava que entre os convidados estariam os assassinos de seu pai e de seu irmão.

A meio da refeição, depois que eles tiveram tempo de expressar-se, Drácula, na cabeceira da mesa, empurrou para trás o seu copo de vinho e, de repente, se levantou de seu assento. Deu um peteleco de leve na taça; o som percorreu todo o salão. Todos o olharam, subitamente calados. Fez então um discurso pouco típico de um príncipe da Valáquia, que era normalmente um instrumento dos boiardos.

― Cavalheiros, agradeço por aceitarem meu convite para este humilde jantar. ― disse, indicando a quantia impressionante de comida na mesa. Alguns homens riram. – A maioria de vocês conheceu meu pai, o Dragão. A maioria de vocês era partidário dele, pelos dias que ele governou.

Um boiardo elevou a taça de vinho.

― Dracul era um grande homem. E nós esperamos que o filho dele seja também um grande homem. Para Drácula!

Outros homens também elevaram as taças e declararam ruidosamente.

― Para Drácula!

Vlad teve um pequeno sorriso na face, o de uma criança que sabe que ele adquirirá algo bom.

― Obrigado. Mas antes de todos vocês começarem a celebrar, há certa questão que nós precisamos discutir. Lealdade. Tenho estado a pensar sobre o destino da minha terra e queria perguntar-lhe a todos uma coisa: Quantos príncipes conhecestes, meus leais súditos, durante as vossas vidas?

Depois de alguns risos e caretas na audiência, reinou um momento de silêncio.

― Quantos?

― É uma pergunta simples. – Vlad virou ao mais jovem dos homens. ― Tu, Andrei. Quantos Príncipes da Romênia conheceste?

― Sete, meu senhor.

― E tu, Bordeaux?

Querendo impressionar o jovem príncipe com seu poder, ele respondeu:

― Muitos. Demasiados.

― Desde vosso avô meu soberano, não houve menos que vinte príncipes. E eu sobrevivi a todos eles. – disse outro.

― Eu já sobrevivi a trinta reinados. – retorquiu um terceiro.

Desse modo, quase pitoresco, cada boiardo permanecia no seu lugar e testava a severidade de seu novo governante. O título do principado e tudo o que ele implicava eram vistos como uma dose de ironia.

― Vocês falam de sua lealdade a Valáquia, a Romênia, e alguns até mesmo para mim. Mas, ainda assim, vocês tiveram muitos príncipes na sua terra, incluindo meu pai. Como explicam isso?

A assembléia se entreolhou, esperando por um constituinte entre eles para ser o porta-voz.

― O mundo é assim mesmo. Instabilidade.

― E de quem é a culpa? ― o princípe voltou a indagar.

― Do povo? Da natureza humana?

― Dos próprios Príncipes?

― Desafio qualquer um de vocês admitirem a verdade! Eu vou dizer-vos o que eu acho do porque os príncipes têm ido e vindo aqui: Por causa de suas intrigas vergonhosas! Vocês... Vocês são o motivo. A vossa ganância, a vossa deslealdade, a vossa corrupção. Vocês apoiaram os Danestis, meu pai e antes dele meu tio. Da forma como a lealdade de vocês muda tanto, eu estou achando difícil confiar em vocês. – ele disse.

A mesa estava de repente muito quieta. Um homem riu inquieto.

― Nosso senhor zomba conosco. Se ele tivesse qualquer dúvida sobre nós, ele não nos teria convidado para a casa dele. – ele disse, tentando soar alegre.

― Verdadeiro como isso poderia ser... – Vlad Drácula disse suavemente. – Eu tenho que admitir que sinto grande intranqüilidade. Vocês boiardos, condes e duques, os homens de riqueza e poder. Vocês conseguiram manter suas posições por pelo menos três regras distintas, porque vocês se submeteram ao testamento deles. Porém, como o caso de meu pai provou, vocês também sabem quando é melhor para se submeter as próximas regras e substituí-la pela regra antiga. E eu não posso correr tal um risco. Mais valia serem agentes dos Turcos. E agora, vai tudo terminar. Eu vou elevar a Valáquia da lama que os Danesti a afundaram e fazer o que eu devo para libertá-la de toda a sujeira. Haverá apenas um governante de Valáquia, agora. Essas são as minhas palavras, para aqueles que perderão suas almas para mim. Todo aquele que leva uma vida de luxúrias e futilidades, sem honra, encontrará em meus cânticos, seu destino.

― Príncipe Drácula, o que você... – um dos homens começou a perguntar, mas não terminou.

Drácula, com seus olhos brilhando de um modo que se tornaria característico, acenou para um cortesão aguardando na porta, ele, por sua vez, sinalizou para um número de guardas que esperavam no vestíbulo. Os homens saíram de seus esconderijos e se aproximaram da mesa, um homem atrás de cada boiardo, com suas espadas descobertas. Dentro de minutos, seus fiéis servidores haviam cercado o saguão. Mal as barras de ferro selaram os portões do vasto salão de banquete, veio à ordem do sanguinário soberano, cuja crueldade rivalizava com a incomplacência: Drácula ordenou que todos os boiardos presentes – homens, mulheres, crianças, sem distinção de idade, sexo ou condição – fossem executados. Os homens à mesa estavam chocados e se levantaram.

― O que?

― Traíste-nos!

Vlad considerava-os com um riso zombeteiro, seus olhos, quando ele os olhou, era a de um animal selvagem que tem a sua presa em seu poder, e regozijando-se com o horror sem nome, que ele viu retratado em todas as suas faces.

― Respondeste a minha próxima pergunta. Ia pedir que os assassinos do meu pai se levantassem. Não pensem muito mal de mim, mas minha esposa chegará em um ou dois dias, e eu realmente quero todos os problemas estatais resolvidos até lá. – Vlad disse, ainda falando com uma voz muito macia.

― Miserável!

― Vocês serão escoltados para fora! – Drácula disse a seus hóspedes. – Saiam da minha frente! – Brindou-os em zombaria, vendo como eles saíram, ladeados por guardas armados.

Quando a comitiva chegou ao pátio, um a um os nobres valáquios, assim como suas mulheres e empregados foram imediatamente lanceados em estacas de madeira afiadas, encontrando a morte cruel pela empalação.

Drácula apareceu na varanda para assistir. As lanças foram fixadas no chão, em seguida, as vítimas iam deslizando pela estaca. Ainda em espasmos, os corpos eram empalados e deixados expostos na vizinhança do palácio, com vista para a cidade, até que seus corpos fossem devorados pelos corvos.

O luar derramava-se com generosidade e beleza. Ele se sentou e começou a comer o jantar delicioso, sem nem mesmo se importar em elevar os olhos para assistir os nobres agonizarem.

18:29

Divulgação da capa da Antologia "Draculea: O Retorno dos Vampiros - Volume II"


Finalmente foi divulgada no blog "O Desejo de Lilith" a mais nova capa do livro “Draculea: O Retorno dos Vampiros - V.II”.

Para mais informações e leitura do regulamento acesse o site. O prazo para a entrega de contos foi prorrogado para 20/05/2010.

09:58

Crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa


As Crônicas de Nárnia é uma série de sete livros infantis escrita pelo irlandês C.S. Lewis narrando as aventuras que ocorrem em uma terra fictícia denominada Nárnia. Cada um dos sete livros de Lewis é uma obra-prima inigualável, atraindo o leitor para um mundo em que a magia está sempre presente, e o resultado é um mundo ficcional que tem fascinado crianças e adultos.

Conta a história de quatro irmãos (Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia) que são enviados pela mãe para um castelo no campo, no interior da Inglaterra, de modo a protegê-los dos contínuos bombardeios que assomam as grandes cidades inglesas, em especial Londres, pelo exército alemão durante a Segunda Grande Guerra. Um lugar com regras rígidas e pessoas, a príncipio, pouco amistosas.

Entediados, eles inventam brincadeiras como forma de distração e é durante uma das brincadeiras que, sem querer, a garotinha Lúcia encontra, em um dos guarda-roupas da casa, um portal para um estranho e diferente mundo chamado Nárnia, habitado por criaturas mitológicas que dividem seus espaços com animais falantes e onde os homens são chamados de "filhos de Adão" e as mulheres de "Filhas de Eva".

Após a ausência do soberano de Nárnia, o Leão Aslan, a região é dominada pela maldosa Feiticeira Branca que governa Nárnia com mão de ferro, transformando todos os seus adversários em pedra e mudando drasticamente a região, tornando o reino em um continente gelado. Neste mundo, existem uma profecia aonde, um dia, dois filhos de Adão e duas filhas de Eva irão terminar com esse reinado de terror com a ajuda do leão Aslam.

O leão Aslam é um personagem importante na série, pois é o único personagem presente em todos os livros. No mundo de Narnia, Aslan é o Leão redentor responsável pela sua criação.

Crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa - é uma leitura leve e divertida, carregada de elementos cristãos e gregos. O combate entre o bem e o mau estão em todo lugar. A presença de temas cristãos são apresentados de forma sutil juntamente com as idéias do próprio autor.

06:56

Concurso - Literatura Fantástica


A Tarja Editorial abriu uma série de concursos de contos voltada para a literatura fantástica brasileira. Os contos selecionados pela editora farão parte de novas coletâneas a serem editadas e publicadas entre o segundo semestre de 2010 e o primeiro semestre de 2011. O prazo de entrega dos textos deve ser realizada até o dia 30 de agosto de 2010.

Mais informações e leitura do regulamento, acesse o site.

16:33

Tudo tem um começo...


Pensei muito se valeria a pena criar mais um blog. Tive vários blogs que morreram precocemente ou nem se deram ao luxo de nascer e mostrar para o que vieram. Hoje, a maioria deles descansa em paz, seus dados desfragmentados navegando perdidos pela rede. Sei que, algum dia, mesmo que eu relute com todas as forças de meu ser, o mesmo destino dos outros se repetirá com este aqui. Mas cuidarei para que ele não se vá tão cedo, não sem antes deixar bons frutos a serem colhidos sabiamente pelos leitores.

Além disso, precisava de um pequeno espaço neste grande universo tecnológico para divulgar notícias relacionadas com os meus trabalhos, um espaço para postar artigos, textos, poemas, debater o maravilhoso universo dos livros e sobre o mercado literário. Portanto pretendo ocupar este espaço para falar dos meus trabalhos mais recentes, dos concursos que estou participando, das resenhas dos livros que estou lendo e exercitar minha escrita. Pretendo todos os domingos postar religiosamente um conto de minha autoria ou trechos de livros que estou trabalhando para a apreciação de vocês.

E o mais importante: o blog está aberto para que autores, leitores e amigos possam entrar em contato para trocas de idéias.

Hora de abrir uma champanhe, brindarmos e desejarmos uma longa vida ao Swan Song!